Li hoje uma notícia de que a Microsoft vai estar lançando a versão 8 de seu navegador. Hoje em dia simplesmente não consigo usar mais outro navegador que não seja o Firefox, me acostumei com ele, com as suas extensões e sua interface. Até tentei usar o IE 7 mas achei a navegação por abas dele muito fraca.

O impressionante é que mesmo depois de um bom tempo já no mercado, muita gente ainda não aderiu ao IE7. O Firefox tem uma fatia de mercado maior que o IE7.

Acho que o crédito por esta demora na migração para o novo browser seja também a pouca adesão ao Vista. Lembre-se que o fator responsável pelo grande fatia de mercado do Internet Explorer, é o fato dele vir já instalado no Windows.

Você pode ver as estatísticas do mercado dos browsers aqui

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Nos últimos anos houve uma explosão do mercado de informática no Brasil. Os motivos são vários como baixa do dólar, incentivos fiscais pelo governo, facilidade de crédito e mais outras coisas.

Muitas pessoas acharam que podiam ficar ricas vendendo produtos de informática e para isso bastaria trazer alguns produtos do Paraguai, abrir um stand em algum shopping de informática e esperar os clientes. Realmente isso deu certo durante algum tempo, o lucro com as vendas de computadores eram interessantes e se recebia à vista por isso, já que tudo era financiado no cheque, com juros caros diga-se de passagem.

Só que o mercado mudou muito. O varejo entrou pesado com a venda de máquinas ditas de marca, com preços interessantes, parcelamento sem juros e boas configurações. No passado, o grande varejo não obteve o mesmo sucesso, simplesmente porque não havia um interesse do governo no assunto, as máquinas eram bem inferiores que as montadas e muito mais caras.

As pessoas hoje quando vão comprar um computador, pensam em Casa & Vídeo, Ponto Frio, Extra, Casas Bahia, Insinuante, Magazine Luiza e outras. Não querem saber mais de abrir um jornal e ficar ligando de loja em loja, pesquisando preço e muita das vezes se decepcionar com a falta de respeito ao consumidor.

O mercado brasileiro tende a ficar como o mercado americano e europeu, onde 60% das vendas de máquinas são feitas pelos grandes varejistas e 40% pelos pequenos integradores. Então como sobreviver em meio a essas mudanças? Bem, não existe uma fórmula pronta, simplesmente temos que pensar diferente e fazer diferente para se destacar na multidão.

Comece pelo básico, melhorando seu atendimento por exemplo. Existem empresas que aumentaram em até 30% seu faturamento somente melhorando o atendimento aos clientes. Sinta o que seus clientes não conseguem ter através dos grandes varejistas, você tem que lutar com armas que eles não tem. identifique nichos onde você pode atuar com margens melhores e com menos concorrência.

O caminho em 2008 para os pequenos será investir em serviço, em valor agregado. Não venda a impressora,venda o serviço de impressão. Não venda o computador, venda o serviço de garantia extendida, suporte. Enfim, agregue valor ao seu produto.

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A internet esta cheia de discussões bobas em fóruns, blogs e etc; sobre qual sistema é melhor. Algumas pessoas simplesmente não tem o mínimo de conhecimento técnico (e me atrevo a dizer até comercial) para entrar em uma discussão deste tipo. Outras só entram para incendiar a conversa sem respeitar o seu semelhante, que tem uma opinião divergente sobre o assunto.

Recentemente participei de uma discussão deste tipo, onde o cidadão veio me atacando simplesmente por eu ter dito que uso aquilo que melhor me atender no momento. Até quis tirar um sarro dele, colocando no meu nick uma imagem do logo da MS esmagando o Pinguim.

Ora bolas, qual o mal que fiz por simplesmente dizer que uso o que for mais interessante para mim ou para meu cliente? Apesar da imagem que pus no nick, não sou contra Linux e nem ao software livre (apesar de ganhar dinheiro com venda de licenciamento).

O bom profissional de informática não se prende a determinada tecnologia ou a uma linguagem de programação específica. Ele tem que saber atender o seu cliente com a ferramenta que oferecer o melhor custo x benefício, independente de ideologia ou crença. No mercado o que vale são números e resultados.

Tenha em mente que o cliente não quer saber se o site é webstandarts ou feito com o frontpage, se o banco de dados é Postgre ou Oracle, se é o sistema da janela ou o do pinguim. O que importa é se ele vai conseguir o resultado que quer com o menor custo, com o menor esforço e em menos tempo.

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